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O que a Natureza nos dá

  Normalmente falamos sobre as ervas aromáticas que cultivamos. Germinadas, transplantadas, regadas e nutridas de forma a potenciar as suas qualidades aromáticas em nosso serviço. Espécies cuidadosamente seleccionadas durante décadas, a Natureza domada pelo Homem de modo a atingir um fim comercial. Já conhecemos as nossas preferidas: orégãos, hortelã-pimenta, salva, tomilho, louro...

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Verão Alentejano

  Maio de 2015 trouxe o Verão. Este ano, mais seco e quente do que 2014, tem sido mais exigente, tanto a nível agrícola como pessoal. Longas semanas com temperaturas a rondar os 40ºC mostraram-nos finalmente o que o Alentejo realmente é capaz. No entanto, a fauna e flora locais parecem encará-lo com maior leveza! Apesar da Primavera ter sido mais curta e a chuva mais escassa, a flora teve o seu pico de floração, prosseguiu para semente, as aves criaram as suas crias, e até tivemos o prazer da companhia de uma lontra de rio numa das pequenas barragens da herdade.

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Luta Biológica

O fim do mês de Março trouxe os primeiros cortes da temporada 2015. Com temperaturas a rondar os 30ºC e largos céus azuis demos início à rotina de cortes na exploração – calhou a um dos campos de tomilho-vulgar a regalia de ser o primeiro. Já em início de floração, estas ervas aromáticas sub-arbustivas são um autêntico chamariz para insectos polinizadores, que zumbiam ruidosamente à nossa volta enquanto trabalhávamos. As podas manuais são também uma excelente oportunidade para observar o estado geral de saúde das plantas e se alguma praga ou doença está presente em estado inicial. Os cortes sucederam-se ao longo do mês de Abril e irão continuar até o Outono o permitir.

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Biodiversidade

Na HerbaTerra adoramos aquilo que fazemos e a empresa nasceu de uma genuína paixão pelo mundo vegetal, pela biodiversidade e pela Natureza. Acabou por ser, então, uma fantástica surpresa encontrar tal explosão de vida nos nossos campos ao longo do ano que passou. Por muitos livros estudados e por muitos artigos científicos analisados sobre agricultura biológica e plantas aromáticas e medicinais, toda essa teoria não nos poupou ao espanto de assistir a tal pulsar de actividade na nossa exploração e na herdade em redor. De grandes mamíferos ao mais pequeno insecto, de semente germinada a flôr, observámos o desenrolar dos ciclos biológicos com o mudar das estações, numa prova evidente que o património animal e vegetal do interior alentejano é tudo menos pobre.

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